“Prevenir doenças, aliviar o sofrimento e curar os doentes – esse é o nosso trabalho”
William Osler
Se você apresenta um ou mais destes sintomas de forma persistente, pode ser hora de buscar avaliação com um pneumologista.
A fibrose pulmonar pode afetar qualquer pessoa, mas é mais comum em indivíduos acima de 50 anos, fumantes ou ex-fumantes, pessoas expostas a poeiras ou substâncias químicas, e pacientes com doenças autoimunes. A forma idiopática (FPI) é mais frequente em homens.
A fibrose pulmonar é um termo geral para qualquer cicatrização do tecido pulmonar, que pode ter diversas causas (autoimunes, ambientais, medicamentosas). Quando nenhuma causa é identificada, chamamos de Fibrose Pulmonar Idiopática (FPI), que é a forma mais comum e geralmente mais grave.
O diagnóstico envolve uma combinação de avaliação clínica detalhada, tomografia computadorizada de alta resolução do tórax, provas de função pulmonar (espirometria e difusão de CO), exames de sangue e, em alguns casos, biópsia pulmonar. A discussão multidisciplinar é fundamental.
Não, a fibrose pulmonar não é contagiosa. Trata-se de um processo de cicatrização do tecido pulmonar que não é causado por vírus, bactérias ou qualquer agente infeccioso transmissível.
Além do tratamento medicamentoso, é fundamental: participar de programas de reabilitação pulmonar, manter a vacinação em dia (gripe, pneumonia e COVID-19), evitar tabagismo e poluentes, manter acompanhamento regular com pneumologista e cuidar da saúde emocional.
O diagnóstico precoce da fibrose pulmonar é fundamental para o sucesso do tratamento. Agende sua consulta com uma especialista em doenças pulmonares intersticiais.